Academias e estúdios de treinamento físico investem em equipamentos e reforma da estrutura, acompanha a FourAgro
A FourAgro avalia projetos de academias e estúdios que precisam renovar equipamentos, considerando o modelo de negócio, o perfil do público e a melhor forma de estruturar o investimento.
A FourAgro observa que o setor de academias e estúdios de treinamento físico, da musculação tradicional a modalidades como pilates, funcional e crossfit, costuma enfrentar um dilema recorrente ao planejar a renovação ou ampliação de equipamentos: fazer a troca aos poucos, substituindo aparelhos conforme o desgaste, ou reunir recursos para um investimento único que renove boa parte do espaço de uma vez. A escolha entre esses dois caminhos costuma depender tanto da disponibilidade de caixa do negócio quanto do momento em que o dono decide competir por um público mais exigente em termos de estrutura.
Segundo a companhia, negócios que optam por um investimento único costumam buscar essa mudança em momentos específicos, como mudança de endereço, reforma completa do espaço ou reposicionamento da marca para atrair um público disposto a pagar mais por uma estrutura mais nova. A empresa afirma que esse tipo de decisão exige planejamento financeiro diferente de uma simples reposição gradual de equipamentos, já que envolve valor mais alto concentrado em um único momento.
Equipamento novo, reforma do espaço e mobiliário entram na mesma conta
Diferente de outros negócios em que o equipamento é o item central do investimento, uma academia ou estúdio que se reposiciona costuma somar ao custo dos aparelhos despesas com piso, espelhos, climatização, iluminação e, em alguns casos, vestiários e recepção. A FourAgro afirma que tratar esse conjunto de itens de forma isolada, sem uma visão consolidada do investimento total, é um erro comum que pode levar o empreendedor a subestimar o valor necessário para concluir o projeto.
A companhia afirma considerar, na estruturação do projeto, o cronograma da obra e da reforma junto ao prazo de entrega dos equipamentos, já que um atraso em qualquer uma dessas frentes pode adiar a reabertura ou inauguração do espaço e, consequentemente, o início da geração de receita que ajudará a sustentar as parcelas do investimento.
Análise considera número de matrículas e sazonalidade do público
Fundada por quatro sócios com formações complementares, dois bacharéis em Direito, um engenheiro civil e um administrador, a FourAgro relaciona essa formação multidisciplinar à forma como analisa tanto os aspectos contratuais da operação de crédito ou consórcio quanto as condições técnicas da reforma e do novo espaço. A empresa afirma considerar fatores como o número atual de matrículas ativas, a sazonalidade típica do setor, com picos de procura em determinados meses do ano, e a capacidade de o negócio absorver uma nova parcela mensal sem comprometer despesas fixas como aluguel, equipe e manutenção.
A companhia também mantém relacionamento comercial com administradoras de consórcio e instituições bancárias, o que, segundo ela, amplia as alternativas disponíveis para adequar prazo e modalidade ao porte de cada estabelecimento, de estúdios menores com poucos equipamentos a academias de maior porte com diferentes áreas de treinamento.
Abertura de nova unidade exige planejamento diferente da renovação
O planejamento muda quando o objetivo não é renovar uma unidade já existente, mas abrir uma nova academia ou estúdio do zero. Nesses casos, a companhia afirma que o projeto costuma envolver, além dos equipamentos, negociação do ponto comercial, obra de adequação do espaço e, dependendo do modelo de negócio, taxa de licenciamento de marca, quando se trata de uma rede ou franquia do setor fitness.
Para empreendedores que avaliam expandir de uma para duas ou mais unidades, a empresa afirma tratar cada academia ou estúdio como um projeto próprio dentro de uma visão consolidada da operação, já que a decisão de investir em equipamento e reforma para uma nova unidade pode impactar a capacidade financeira disponível para manter as unidades já existentes nos meses seguintes.
Equipamento importado exige atenção a prazo de entrega e câmbio
Parte dos aparelhos usados em academias e estúdios de maior porte é importada, o que costuma alongar o prazo entre o pedido e a entrega efetiva do equipamento em relação a fornecedores nacionais. A companhia afirma que esse detalhe entra no planejamento do prazo da operação de crédito ou consórcio, já que um atraso na entrega pode adiar a inauguração ou reabertura do espaço mesmo depois de o financiamento já estar formalizado.
Segundo a empresa, a variação cambial também costuma ser um fator de atenção para quem fecha compra de equipamento importado com valor em moeda estrangeira antes da entrega, já que oscilações no período entre o pedido e o pagamento final podem alterar o custo total do projeto em relação ao valor originalmente planejado. A companhia afirma recomendar que esse risco seja discutido com o cliente já na etapa inicial de estruturação, evitando que ele seja considerado apenas no momento do pagamento.




